As ideias pré-concebidas nunca são boas e infelizmente eu ia cheia delas em relação à Dinamarca e a Copenhaga. Um país da Escandinávia tem que ser organizado, limpo, estradas cuidadas, paisagem de floresta e sempre com muitas nuvens e chuviscos.
Entrámos numa Dinamarca cheia de sol e calor, estradas remendadas e bermas cheias de ervas, desvios e obras mal sinalizados. A paisagem que oscilava entre o Ribatejo e o Alentejo com campos de cereais a perder de vista, montes salpicados com uma ou outra casinha.
Copenhaga foi também outra surpresa, muitas obras por todo o lado e um sistema de semáforos que nunca cheguei a entender completamente. Vi pessoas educadas e sorridentes, um atendimento ao público a anos-luz do que se faz na Holanda em termos de simpatia e eficiencia mas vi também mais do que uma pessoa a consumir drogas na rua em plena luz do dia. E não, o nosso hotel não ficava no casal ventoso lá da zona, ficava numa das zonas mais centrais e interessantes da cidade a poucos passos do Tivoli Gardens.
Conhecemos a cidade de bicicleta, não há maneira melhor de o fazer. A cidade é pequena e há boas condições para circular por todo o lado. O roubo de bicicletas não deve ser um grande problema porque eramos os únicos com correntes enormes e pesadas e que deixavam as bicicletas presas a tudo e uma à outra. Vamos então às fotos:
A pequena sereia, do conto de Hans Christian Andersen, espera sentada pelo seu princípe.
Pequena sereia é um exagero, é mais a minuscula sereia.
Planetário Tycho Brahe
É ou não é uma cidade bonita?
Mãe e filho misturam-se com os locais e fazem-se transportar numa belíssima bicicleta.
Os dois juntos não fazemos um dinamarquês.
Bolsa de Copenhaga com uma torre entrançada muito impressionante.

